O agente-comunicador Manoel do Côco: o Encantador de Gente

  • Emmanuele de Freitas Bazílio
  • Beatriz Lima de Paiva
  • Itamar de Morais Nobre

Resumo

Este artigo visa perfilar o músico, poeta e repentista Manoel do Côco, representante legítimo da cultura popular nordestina, à luz dos estudos da folkcomunicação, teoria de Luiz Beltrão que estuda o reconhecimento dos processos comunicacionais a partir de representações culturais. Para tal, destaca-se a trajetória do artista e a identificação do mesmo como agente-comunicador, o qual contribui para a manutenção do patrimônio de tradições potiguar. O estudo em questão foi elaborado a partir das técnicas de observação, entrevista e pesquisa dos acervos do artista.

Biografia do Autor

Emmanuele de Freitas Bazílio

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

Beatriz Lima de Paiva

Mestranda pelo Programa de Pós-graduação em Estudos da Mídia (PPgEM/UFRN). Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Pragmática da Comunicação e da Mídia (PRAGMA).

Itamar de Morais Nobre

Docente e pesquisador do Departamento de Comunicação Social (DECOM) e do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia (PPgEM), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Pesquisador do Grupo de Pesquisa PRAGMA - Pragmática da Comunicação e da Mídia e do Grupo de Pesquisa Cultura, Política e Educação (CCHLA/UFRN). Pesquisador do OBES - Observatório Boa-ventura de Estudos Sociais, em convênio com o Centro de Estudos Sociais (Universidade de Coimbra-Portugal). Membro do Núcleo de Pesquisa: Fotografia, da INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Membro da REDE FOLKCOM – Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação. Membro da RPCFB - Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil.

Referências

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Publicado
2017-04-18
Como Citar
BAZÍLIO, Emmanuele de Freitas; PAIVA, Beatriz Lima de; NOBRE, Itamar de Morais. O agente-comunicador Manoel do Côco: o Encantador de Gente. Anais da Conferência Brasileira de Folkcomunicação - Folkcom, [S.l.], n. XVIII, abr. 2017. ISSN 2236-2924. Disponível em: <http://anaisfolkcom.redefolkcom.org/index.php/folkcom/article/view/39>. Acesso em: 20 set. 2017.