O Princípio da Identidade em jogos digitais como manisfestação folkcomunicacional: agenda de uma pesquisa no campo da inclusão social

  • Marcelo Sabbatini
  • Aline Rodrigues Malta

Resumo

A necessidade de reinvenção da educação com vistas à formação democrática e cidadã, na
perspectiva dos desafios impostos pela interculturalidade, surge como mote para a investigação
das possibilidades dos jogos digitais como elemento de aproximação entre estes pressupostos e
a cultura digital, com traços identitários da cultura jovem. Tendo como base a reflexão teórica
acerca de conceitos como o papel dos jogos digitais ou não na cultura e história humana e sua
aplicação ao contexto educacional, utilizamos o chamado Princípio da Identidade de Gee e a
tipologia de mimicry de Callois como elementos que permitem a vivência do olhar do “outro” e
o fomento ao respeitar e valorização das diferenças, dentro de uma perspectiva de comunicação
dos excluídos e de inclusão social.

Referências

ABATH, Daniel. Seriam os avatares, ciborgues (?): considerando as representações identitárias
de gênero nos games. In: XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste –
Natal – RN – 2 a 4/07/2015. Anais... São Paulo: Intercom, 2005.
ALEXANDRE, Carla. O jogo em jogo: a contribuição dos games no processo de aprendizagem
de estudantes do Ensino Fundamental. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação
em Educação Matemática e Tecnológica. Recife: UFPE, 2015.
BELTRÃO, Jane Felipe. Diversidade Cultural ou conversas a propósito do Brasil Plural.
BELTRÃO, Jane Felipe. Diversidade Cultural ou conversas a propósito do Brasil Plural. In:
ZENAIDE, Maria de Nazaré Tavares; SILVEIRA, Rosa Maria Godoy; DIAS, Adelaide Alves
(Org.). Direitos Humanos: capacitação de educadores. João Pessoa: Editora da Universidade
XVIII Conferência Brasileira de Folkcomunicação
Recife-PE, 02 a 05 de maio de 2017 – UFRPE/FACIPE
Federal da Paraíba, 2008.
BRASIL.Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CP n° 3/2016, 21 fev. 2006.
Disponível em: . Acesso em 12 maio
2016.
CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens. Cotovia: Lisboa, 1990.
CORTINA, Adela. Ciudadanos del mundo: hacia una téoria de la ciudadanía. Madrid: Alianza,
1990.
FERNANDES, Guilherme Moreira. Homocultura virtual: Folkcomunicação, identidade e
cidadania. Maceió, Revista do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Midiáticas Intermídia,
v. 2 n. 3,- jan.-jun. 2011. Disponível em:
. Acesso em
12 maio 2016.
GADOTTI, Moacir. A questão da educação formal e não-formal. 2005. In: Droit à l’éducation:
solution à tous les problèmes ou problème sans solution? Sion, 18-22 out. 2005. Disponível em:
magens/01/Educacao_Formal_Nao_Formal_2005.pdf>. Acesso em 16 maio 2015.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura; São Paulo: Perspectiva,
2005.
LÉVY, P., 1999. Cibercultura. São Paulo: Editora 34.
MALTA, Aline Rodrigues. As contribuições dos jogos eletrônicos na formação de
pedagogos. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e
Tecnológica. Universidade Federal de Pernambuco, 2016.
MUNGIOLI, Artur Palma. A personagem feminina nos games do século XXI: uma análise dos
20 jogos mais vendidos de 2011. Revista Eletrônica CoMTempo. 2014.
SOUSA SANTOS, Boaventura. Pela mão de Alice: o social e o político na pós-modernidade.
São Paulo: Cortez, 2006.
UNESCO – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
CULTURA. Declaração Universal Sobre a Diversidade Cultural, 2002. Disponível em:
. Acesso em 14 maio 2016.
WOITOWICZ, Karina Janz. Comunicação, cultura e resistência: da Folkcomunicação aos
Estudos Culturais, aproximações e diálogos entre Luiz Beltrão e Stuart Hall . Monterrey,
Razón y Palabra, n. 87, jul.-sep. 2014 . Disponível em:
. Acesso em 12 maio
2016
Publicado
2018-08-24
Como Citar
SABBATINI, Marcelo; MALTA, Aline Rodrigues. O Princípio da Identidade em jogos digitais como manisfestação folkcomunicacional: agenda de uma pesquisa no campo da inclusão social. Anais da Conferência Brasileira de Folkcomunicação - Folkcom, [S.l.], n. XVIII, ago. 2018. ISSN 2236-2924. Disponível em: <http://anaisfolkcom.redefolkcom.org/index.php/folkcom/article/view/98>. Acesso em: 25 mar. 2019.
Seção
GT 4 - Folkcomunicação e Desenvolvimento Local